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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Reconhecimento de Ordens de Eleuthério Pinheiro Neto

Neste domingo, 17 de maio, aconteceu em São Francisco de Paula, através do bispo Humberto Maiztegui, o reconhecimento de Ordens do Reverendo Eleuthério Pinheiro Neto na Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.
Eleuthério é casado com Jussara Tedesco Bestetti e como já tinha sido ordenado diácono e presbítero na Igreja Católica Romana (ICAR), depois de uma caminhada de participação na comunidade anglicana de Santo Antônio da Patrulha e receber formação específica de anglicanismo, teve suas ordens reconhecidas e volta a exercer o ministério ordenado. Sua nova missão é a de pároco adjunto na Paróquia da Benção Divina em São Francisco de Paula, onde Dom Humberto é pároco interino. Eleuthério também é o ministro encarregado da Missão São Pedro em Canela.

sábado, 16 de maio de 2015

Reconhecimento de Ordens de Eleutério Pinheiro Neto

Reconhecimento de Ordens do Postulante Eleutério Pinheiro Neto na Paróquia da Bênção em São Francisco de Paula
Neste domingo, 17 de maio às 9h30, na Celebração Eucarística da Paróquia da Benção Divina, em São Francisco de Paula, serão reconhecidas Ordens do Post. Eleutério Pinheiro Neto, pelo nosso Bispo Diocesano Dom Humberto Maiztegui. Eleutério é casado com Jussara Tedesco Bestetti e reside em São Francisco de Paula, onde também faz estágio pastoral na Paróquia da Benção Divina. Como o postulante já foi ordenado na Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB) vai reconhecer as ordens e Eleutério volta a exercer o ministério ordenado, depois de um período de estudos de imersão no anglicanismo e estágios como ministro leigo.

sábado, 4 de abril de 2015

Mensagem de Páscoa do Bispo Diocesano

O bispo da Diocese Meridional, Dom Humberto Eugenio Maiztegui Gonçalves, enviou carta para as comunidades com sua mensagem especial de Páscoa, onde fala do significado do Domingo de Ramos, da Semana Santa e o Domingo de Páscoa. Fazendo referência aos 30 anos de ordenação feminina e aos 50 anos da autonomia da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), o bispo fala dos momentos de Páscoa na vida da Igreja. A autonomia da Igreja brasileira foi em 1965 e a primeira ordenação feminina na IEAB ocorreu em 5 de maio de 1985, quando foi ordenada diácona a Reverenda Cônega Carmen Etel Alves Gomes.
Clique AQUI para ler na íntegra a Mensagem Episcopal de Páscoa

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Eleições 2014: Carta Pastoral de Dom Humberto


CARTA PASTORAL SOBRE O PROCESSO ELEITORAL DE 2014 E INICIATIVA POPULAR PELO PLEBISCITO CONSTITUINTE

Buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. 
Mateus 6:33.

Porto Alegre, 9 de Setembro de 2014 A.D.

Estimadas irmãs e irmãos em Cristo,
Graça e Paz:


Vivemos em nosso país um processo eleitoral através do qual a cidadania escolherá as pessoas que irão exercer mandatos no Poder Executivo (Presidência da República e Governos Estaduais) e no Poder Legislativo (1/3 do Senado, Câmara de Deputados e Assembleias Legislativas). Em si, o fato da população poder manifestar sua vontade através de eleições democráticas é algo a ser sempre celebrado. Qualquer democracia, por mais débil ou limitada que seja, é melhor do que o exercício autoritário e autocrático do poder, sem o aval popular e sem a garantia das liberdades democráticas correspondentes para que as maiorias e minorias sejam respeitadas. Nosso Senhor Jesus Cristo, que trouxe a mensagem política do Reinado de Deus, disse para as pessoas humildes e pequenas deste mundo “vosso é o Reino” (Mateus 5:3; Lucas 6:20; Marcos 10:14; entre outros textos). De fato são as pessoas que tem menos poder as que mais se beneficiam quando a democracia é fortalecida, e torna-se, não apenas democracia política, mas também democracia social e econômica, com o acesso universal à riqueza e à qualidade de vida.
Sabemos, no entanto, que o sistema democrático brasileiro padece do mal da corrupção. Este mal não é novo, nem exclusivo, mas é nefasto! Há quem acredite que seja impossível de superar, chegando-se a cunhar a famigerada frase “rouba, mas faz”. Corrupção é roubo, principalmente contra as pessoas pequenas. Concordar com a corrupção e não amar a quem mais precisa de amor, e do amor traduzido em condições de vida, oportunidades, felicidade. O desamor da corrupção tem sustentado todo tipo de violência e insegurança. Lamentavelmente vemos entre a população, mais nas classes médias e altas, um ataque ao sistema democrático brasileiro, que confunde os males da corrupção com a democracia. Democracia não significa aceitação passiva da injustiça, nem deve ser um espaço de manipulação da vontade popular em favor de interesses particulares e egoístas. Por outro lado sabemos que as ditaduras promoveram muito mais corrupção e desvio de recursos do que as democracias.  Pelo contrário, devemos defender a democracia como sistema que, até agora, tem se mostrado mais adequado à vivência dos valores do amor cristão, não do ódio cristão. Defender a democracia é também assumir nosso papel profético, como mostra a Carta do Apóstolo Tiago ao reivindicar o salário roubado pelos empregadores: “Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras, e que por vós foi diminuído, clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos exércitos” (Tiago 5:4). A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, em amorosa comunhão com toda a Comunhão Anglicana e tradição histórica do anglicanismo, entende assim, quando, no batismo e confirmação afirmamos: “Renuncias ao mal e a todos os seus poderes que se rebelam contra Deus, corrompem e destroem as criaturas e nos afastam do amor de Deus?” – e ainda – “Defenderás a justiça e a paz para todos, respeitando a dignidade de todo ser humano?”– ao que respondemos – “Assim farei, com a ajuda de Deus” (Livro de Oração Comum, p. 164,165 e 179).
A “Lei da Ficha Limpa” (Lei Complementar, 135, de 4 de Julho de 2010), de iniciativa popular,  reafirmou a convicção de que, sem a uma progressiva superação das relações de corrupção e favorecimento ilícito, em especial das pessoas e grupos que representam grandes interesses financeiros, não será possível superar as mazelas históricas que têm causado grandes sofrimentos ao povo brasileiro e esgotado sem limite a vida e as maravilhosas riquezas naturais, dons de Deus para o Brasil.
A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil não tem candidatos ou candidatas, nem partido político, que a representem. Nossa igreja sente-se representada em todas as pessoas de boa vontade, cristãs ou não, que buscam os princípios do Reino e Sua Justiça! Mas, também, estimulamos todas as pessoas episcopais anglicanas a participarem da cidadania como cristãs que são, seja em candidaturas, seja na militância e construção partidária, seja no processo eleitoral ou ainda de qualquer outra forma que fortaleça a participação popular e a democracia.
Com esta carta orientamos, então, cada irmã e cada irmão, neste processo eleitoral (melhor do que “pleito”), a que, em oração, em diálogo com sua realidade e com outras cidadãs e cidadãos, se pergunte: “estou participando do processo democrático de forma a avançar para uma sociedade mais justa, onde os recursos dados por Deus para todas as pessoas sejam realmente para benefício de todas as pessoas, em especial daquelas que vivem aquém das condições de vida dignas para todo ser humano?”.
Acompanhando o processo eleitoral, diversos movimentos populares, movimentos e organizações ecumênicas e pessoas de boa vontade, estão promovendo mais uma iniciativa popular. Esta iniciativa é chamada de “Plebiscito Constituinte: por uma constituinte exclusiva e soberana do sistema político”, apoiada pelas comissões de Inserção Social e Relações Ecumênicas da nossa igreja, como pode ser apreciado na “Carta Aberta à Sociedade Brasileira” (em anexo). Esta iniciativa constata que o atual Congresso Nacional não tem condições de realizar esta reforma sozinho, mas que ela deve brotar da participação de toda a sociedade civil organizada e de todo o povo através de um processo específico, como diz o “Manifesto de Apoio” (também em anexo junto aos outros materiais referentes ao plebiscito):
“Temos um poder alicerçado no poder econômico, que interfere nas decisões de Estado, no desenho das políticas públicas e no processo eleitoral.  Os deputados e senadores ligados ao poder econômico  são três vezes maiores que aqueles ligados aos trabalhadores e as lutas populares. Isso piora a cada eleição (...) uma constituinte exclusiva e soberana do sistema político. Um processo constituinte que tenha mecanismos de democracia direta para o povo decidir as  grandes questões. Um processo constituinte exclusiva, onde não é o congresso que  faça (como foi a de 1988), mas onde o povo escolhe seus/as  representantes com  regras próprias que rompam com as regras das atuais eleições,  soberana que não esteja submetida a vontade do poder executivo, legislativo ou  judiciário”.
A democracia direta, também exercida em manifestações populares, tem se mostrado, cada vez mais, um mecanismo válido de construção democrática, onde a cidadania deixa de ser apenas fiscal entre uma eleição e outra, e uma mera ratificadora ou retificadora da ação política nas eleições, e passa a ser formuladora de alternativas e construtora de políticas públicas e do próprio sistema. Portanto, entendemos que o engajamento neste processo é, no mínimo, tão importante quanto a participação cidadã através do voto nestas eleições!
Queridas irmãs e irmãos em Cristo, também oremos pela paz! Em muitos países as tensões sociais, políticas, econômicas e até religiosas, têm levado a guerras de todo tipo, onde, no lugar da vontade cidadã prevalece o poder das armas, da morte, do medo e da destruição. Graças a Deus, cresce neste país o sentido da vida democrática, dialogal, e de liberdade de expressão e luta por meios não violentos. Existe a violência: a violência da exclusão em todas suas formas, a violência da discriminação, a violência da morte, em especial da nossa juventude, violência de gênero refletida até na participação das mulheres na vida política e na diferenciação salarial, e tantas outras. No entanto, mesmo no enfrentamento de todas estas violências, não podemos permitir que a violência gere mais violência, mas contrapor a ela o “esforço da Paz”. Lembrando novamente o sentido do Evangelho, segundo resume a comunidade de Lucas: “para iluminar aos que estão assentados em trevas e na sombra da morte; A fim de dirigir os nossos pés pelo caminho da paz” (Lucas 1:79). O ainda como resume a comunidade do discípulo amado, no Evangelho segundo João, ao fala da Missão de Deus em Cristo: “eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10:10b).

Que o Senhor esteja conosco durante este processo eleitoral e de participação popular, que o amor materno do Pai nos conceda compaixão;  o amor de Jesus aumente em nós os laços de irmandade e responsabilidade mútuas; e a orientação e Graça através da ventania vital do Espírito Santo, inspire nossos pensamentos, ações, e decisões no exercício da nossa cidadania, para a maior Glória de Deus Trino, e na sua santa e infinita misericórdia,


+Dom Humberto Eugenio Maiztegui Gonçalves

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Recomendações para o uso desta carta pastoral:
1. Pode ser lida na íntegra em uma celebração, sendo que pode haver uma leitura coletiva com um parágrafo por pessoa, o que torna a leitura menos monótona.
2. Pode ser repartida entre todas as pessoas da congregação durante as celebrações até o dia das eleições, ficando cópias a disposição e lembrando que cada pessoa pode retirar uma.
3. Pode e deve ser divulgada através dos meios eletrônicos disponíveis em cada comunidade, assim como o será com aqueles da administração diocesana.
4. Pode ser divulgada em espaços ecumênicos diversos como contribuição da nossa igreja à democracia e ao ecumenismo.

sábado, 7 de junho de 2014

Mensagem do Bispo Diocesano para a Festa de Pentecostes

Leia no blog da Diocese Meridional a Mensagem de Pentecostes de 2014, do bispo diocesano, Dom Humberto Maiztegui Gonçalves, com o lema: "O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós." (João 14:17). 
Clique AQUI para ler a mensagem na íntegra (www.diocesemeridional.blogspot.com.br).

sábado, 31 de maio de 2014

Atualizações na Agenda do Bispo Diocesano

Confira no blog da Diocese Meridional a ultima atualização da Agenda do bispo diocesano Dom Humberto Eugênio Maiztegui Gonçalves
A Diocese divulga a agenda com as seguintes observações: algumas datas ou eventos, especialmente ordenações e instituições são datas reservadas como prováveis, dependendo ainda de trâmites canônicos.
Nos dias não indicados haverá expediente no Escritório Diocesano, poderão haver reuniões e visitas não programadas, aulas no SETEK (uma quinta feira ao mês) e na ESTEF (todas as quartas pela manhã, mantendo convênio de estudos com aquela instituição). 
Para pedir audiência com o Bispo, entre em contato com o Escritório Diocesano:
Av. Eng.º Ludolfo Boehl, 278
Fone/ Fax: (51) 3318-6199
Teresópolis - 91720-150 - Porto Alegre/RS
E-mails: ieabdm@terra.com.br 
bispohumberto@ieab.org.br
Clique AQUI para acessar a Agenda de Dom Humberto no site da Diocese Meridional

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Diocese Meridional realiza o 122º Concílio

Entre os dias 2, 3 e 4 de maio a Diocese Meridional realizou seu 122º Concílio Diocesano na Paróquia da Trindade em São Leopoldo/RS.
A recepção dos conciliares e visitantes e a abertura solene da reunião conciliar ocorreram no templo da Paróquia da Trindade, onde também aconteceram os devocionais e a celebração de encerramento. As refeições e confraternização foram no salão paroquial e as sessões de trabalho no auditório da Associação Comercial e Industrial de São Leopoldo. O 122º Concílio Diocesano teve como lema: “De mãos dadas no compromisso de sustentar e viver a Missão de Deus” e como tema: “Sigamos, pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros” (Romanos 14:19).

Abertura do 122º Concílio:
Na celebração de abertura, o bispo diocesano, Dom Humberto Maiztegui Gonçalves, leu sua Carta Pastoral, destacando a frase bíblica de motivação espiritual para o 122° Concílio Diocesano: “Sigamos, pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros” (Romanos 14:19). O bispo declarou que, neste texto da Carta de São Paulo aos Romanos, a comunidade cristã é convocada a ser acólita da paz. Disse que o serviço de acólitos e acólitas é uma das expressões mais belas do ministério cristão. E que na igreja devemos ser companheiros uns dos outras, companheiras umas das outras, na construção da paz. Dom Humberto também destacou o lema do concílio, afirmando que a forma de sustentar e viver a Missão de Deus é de mãos dadas, isto é, estar unidos e unidas “pelo desejo de servir, amar e ajudar”.
Em sua Carta Pastoral, Maiztegui também salienta a importância de que o símbolo das mãos dadas se expresse na vida da Igreja diocesana e provincial e que a Paz do Senhor se vê no rosto da outra pessoa. Ou seja, a Igreja precisa estar aberta e não fechada em si mesma. No primeiro ano de seu episcopado, andando pelas comunidades da diocese, Dom Humberto disse que “Cristo está presente, se manifestando em sorrisos, orações, lágrimas, abraços, disposições e generosidades”, afirma. O bispo também fez o alerta de que a ausência de acólitos e acolitas em muitas comunidades, pode ser um sinal do esquecimento e a desistência de construir a paz. Dom Humberto motivou para que a igreja não fique sempre do mesmo jeito, mas seja sempre a mesma igreja de Cristo de novos jeitos.
Dom Humberto frisou que para ser uma igreja acólita é preciso primar pelo planejamento para garantir pequenas e grandes metas de sustento da Igreja. É preciso buscar o sustento, não apenas do que já temos, não somente preservar o que a Igreja é hoje, mas buscar a sustentação do que desejamos alcançar “para sermos mais presença de Cristo onde estamos, e passar a ser presença de Cristo aonde ainda não chegamos”. 
Destacando este é seu primeiro concílio como bispo diocesano, Dom Humberto disse que espera que este não seja o último a lançar desafios para a Diocese. A Carta Pastoral que Dom Humberto apresentou na abertura do 112º Concílio, finaliza com um desafio pessoal de ser um “bispo acólito”, motivando para que a Diocese meridional seja “uma igreja de pessoas acolitas”, construtora da paz.

O sentido do planejamento:
O segundo dia do 122º Concílio Diocesano, no sábado, 2 de maio, foi nas dependências da Associação Comercial e Industrial de São Leopoldo. Após Devocional dirigido pela UMEAB, ocorreram as ações de praxe dos concílios e um momento de estudo com a assessoria do Sr. Paulo Bassotto, pela CPPM, que falou sobre o “o sentido do planejamento a partir de experiências empresariais e do 3º setor”. Este estudo motivou os trabalhos em grupos na apreciação dos relatórios. A proposta de planejamento apresentada pela CPPM (Comissão de Planejamento, Pastoral e Missão) foi debatida nos grupos, que apresentaram compromissos. Também foram apresentadas experiências de planejamento pastoral. Na tarde de sábado o Grupo Gestor da Diocese usou espaço para falar do relatório da gestão financeira da Diocese. O encerramento das atividades de sábado foi após o jantar, com atividade cultural de resgate histórico da Missão de Triunfo e uma celebração no templo da Paróquia da Trindade, promovida pela UJAB, que entregou a todos os presentes uma pequena porção de terra retirada da Composteira do Tempo para a Criação, no SETEK. 

Encerramento do 122º Concílio:
No domingo pela manhã ocorreu a terceira sessão do 122º Concílio com eleições para compor cargos e comissões. E o encerramento da Concílio ocorreu no templo da Paróquia da Trindade com a celebração da Santa Eucaristia, tendo como pregador convidado o Bispo da Diocese Anglicana de Pelotas, Dom Renato da Cruz Raatz. Ao final o Reitor da Paróquia da Trindade, Reverendo Jerri e o bispo Humberto agradeceram a todos e todas que somaram esforços para garantir a realização do Concílio. Também foi anunciado que a próxima reunião conciliar (de número 123) será na Paróquia do Calvário em Nova Santa Rita. Já o 124º Concílio Diocesano, em 2016, será na Paróquia da Ascensão, que completará um século de fundação, no bairro Teresópolis em Porto Alegre.

Clique AQUI para ler a Carta Pastoral ao 122º Concílio

quarta-feira, 16 de abril de 2014

IEAB reconhece Sagradas Ordens de Pilato Pereira

Na celebração deste Domingo de Ramos, 13 de abril, na Paróquia da Ascensão, em Porto Alegre, o bispo diocesano da Diocese Meridional da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), Dom Humberto Maiztegui Gonçalves, reconheceu as Sagradas Ordens de Pilato Pereira, ordenado diácono e presbítero pela Igreja Católica Apostólica Romana, na Arquidiocese de Porto Alegre. Dom Humberto também anunciou que o Reverendo Pilato Pereira atuará como coadjutor na Paróquia da Ascensão e será o ministro encarregado pelo Ponto Missionário Santo André, em Guaíba.
Em sua pregação, Dom Humberto falou sobre a trajetória vocacional de Pilato e o processo de reconhecimento de suas Ordens. O bispo diocesano relatou que quando assumiu como pároco na Paróquia São Lucas de Canoas, no ano de 2010, Pilato e sua companheira Luciméia Gall König passaram a fazer parte daquela comunidade. Em seguida, ambos foram recebidos pelo então bispo diocesano, Dom Orlando de Oliveira, e passaram a atuar na pastoral da Paróquia.
Dom Humberto explicou que Pilato Pereira fez parte da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e foi ordenado diácono e presbítero, através da Igreja Católica Romana, e que agora ocorre o reconhecimento das suas Ordens pela Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, que o acolhe no clero da Diocese Meridional.
A cerimônia contou com a presença de paroquianos das paróquias da Ascensão e São Lucas de Canoas e familiares e amigos de Pilato. O Frei Capuchinho e Reitor da ESTEF (Escola Superior de Teologia e Espiritualidade Franciscana), Aldir Crócoli, esteve presente, concelebrando com demais presbíteros da Diocese Meridional. Além de Dom Humberto, também estiveram presentes os bispos eméritos, Dom Orlando Santos de Oliveira e Dom Clovis Erly Rodrigues. 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Reverenda Elaine Nascimento é Ordenada Presbítera

No 3º Domingo da Quaresma, 23 de março, às 19 horas, na Paróquia São Mateus, em Santo Antônio da Patrulha, a Reverenda Elaine Escaravajal Nascimento foi ordenada presbítera, pelo bispo diocesano, Dom Humberto Maiztegui Gonçalves.
O lema escolhido pela Reverenda Elaine diz: "Pastoreiem o rebanho de Deus que está a seus cuidados. Olhem por ele, não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer. Não façam isso por ganância, mas com o desejo de servir" (1 Pedro 5:2)

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dom Humberto recebe homenagem na Câmara de Canoas


Atendendo ao requerimento do vereador Ivo Fiorotti, a Câmara Municipal de Canoas recebeu na sessão do dia 13 de junho de 2013, o novo bispo da Diocese Meridional, Dom Humberto Maiztegui Gonçalves. Ele foi convidado para falar sobre seu novo ministério, seus planos e as perspectivas para a Diocese e a presença da Igreja em Canoas. Dom Humberto, que até recentemente foi pároco da Paróquia São Lucas, na mesma cidade, também apresentou sua sucessora na comunidade, a Reverenda Leane Rachel Kurtz de Almeida, a primeira mulher Reitora da Paróquia. Dom Humberto agradeceu a acolhida e relembrou que  em 2010 o vereador fez uma homenagem pelos 120 anos da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, pelo aniversário da Paróquia São Lucas e pela ordenação de mulheres na Igreja. O novo bispo anglicano falou sobre a relação da Igreja com a sociedade em Canoas, destacando o compromisso com crianças do bairro Guajuviras, os catadores e a questão ambiental, bem como os direitos das mulheres e a saúde pública.  Também salientou que a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil é uma igreja ecumênica e de diálogo inter-religioso. 
Estiveram presentes, juntamente com Dom Humberto, a nova reitora da Paróquia São Lucas, Reverenda Leane Rachel Kurtz de Almeida, Reverendo Caio Márcio Lacerda, de Porto Alegre e o Pastor Metodista Luís Collatto. A sessão foi prestigiada por diversos paroquianos da Paróquia São Lucas, entre eles o ex-vereador Dr. Arlei Fortes e da Igreja Metodista de Canoas.

sábado, 18 de maio de 2013

Carta do Bispo Diocesano: Pentecostes



Queridas irmãs e irmãos,
Clero e Laicato da Diocese Meridional,
amigas e amigos em geral,
que o Espírito Santo de Deus,
esteja como todas e todos vós e vossas famílias:

                          Chegamos ao tempo de Pentecostes, “cinquenta” dias após a Páscoa (Festa da Ressurreição de Nosso Senhor). Uma festa reservada pelo judaísmo para a renovação da aliança que, pelo evento narrado em Atos dos Apóstolos, no capítulo segundo, passou a ser considerado o nascimento da missão da Igreja, levando a mensagem do Evangelho a todas as nações. 

                       No Brasil a data encerra a Semana de Oração pela Unidade Cristã. Semana que nos lembra de que Deus é Um, na diversidade de três pessoas, e que todas as igrejas são chamadas a ser um só corpo, na diversidade de suas tradições. Após nos reunir no espírito da unidade e do amor, queremos renovar nossa aliança com Cristo, queremos nos abrir para a ação do Espírito que soprou sobre sua comunidade apostólica aos enviar para a missão, também perpasse a vida de cada pessoa e de toda Igreja (cf. Jo 20:21-22). 
     
                  No Domingo da Trindade (26 de Maio), também dia de Santo Agostinho de Cantuária, estarei em Montevidéu, Uruguai, na Sagração do novo Bispo Coadjutor daquela Diocese Anglicana. A sagração do bispo eleito, Revdo. Michael Pollesel aponta para a reafirmação e renovação do anglicanismo naquele país. Oremos pela Diocese Anglicana do Uruguai seu clero e laicato!

                    Neste tempo, no dia 1º de Junho vamos lembrar os 123 anos da primeira celebração da nossa igreja. Aniversário a ser celebrado no Domingo 2 de Junho. Nesta data a Igreja, como Província, nos convida a fazer uma Oferta Especial para a Missão. Portanto, peço as comunidades para nos unir em oração pelo Distrito Missionário Anglicano, pelos órgãos provinciais, e enviarmos a coleta para o Escritório Diocesano (que a repassará para a Secretaria Geral da IEAB). 

                    Irmãs e irmãos, assim como Deus quis, naquele primeiro Pentecostes Cristão, transformar um grupo de gente temerosa no Corpo missionário de Cristo, peçamos ardentemente ao Senhor que faça isso com cada pessoa, família e comunidade. Que o Espírito testifique com o nosso espírito! Que o Espírito Divino nos conduza em Paz e Unidade para a Missão de Deus! Bom Pentecostes para todas e todos e que a benção de Deus, Pai/Mãe; Filho/Mestre e Senhor, e o Espírito Defensor, Ventania da Missão, esteja em vossos espíritos! 

+Humberto Maiztegui Gonçalves
Bispo Diocesano

domingo, 12 de maio de 2013

Carta do Bispo Diocesano


Queridas irmãs e irmãos em Cristo,
A Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco:

                    O texto bíblico do Livro de Miquéias (O que Deus exige de nós; Mq 6:6-9) vem de um profeta da periferia de Jerusalém, de uma pequena aldeia rural, um produtor comparado com nossos horti-fruti-granjeiros, que chegam até as cidades maiores para vender seus produtos, direto ao consumidor. Ele o fazia na Porta da Cidade, onde ficava o Mercado Público de Jerusalém. Ali ele via a vida acontecer! Ali, como na imagem que simboliza esta Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, o véu se abria, passavam todas as pessoas: as pobres, refugiadas e sofridas, as párias ou dálits (as pobres das pobres) pedindo esmola, outras as doentes buscando algum alívio (que tanta vezes Jesus encontrou ao entrar ou sair das cidades), as que buscavam justiça (porque também ali funcionavam os tribunais), as migrantes do interior e os pequenos comerciantes como o próprio profeta.
                       Também por ali passavam as ricas, carregadas em literas, ou no alto de cavalos ou camelos, longe das que sofriam; sacerdotes a caminho do templo, preocupados com seus rituais e sacrifícios ignorando toda esta realidade, empregados comprando os mantimentos para alimentar os que viviam nos palácios, enquanto as pessoas pobres, como fazem até hoje, recolhiam os produtos estragados para comer (porque a sua chaga é incurável, porque chegou até Judá; estendeu-se até a  porta do meu povo, até Jerusalém; Mq 1:9).
                  Então, ouvimos a voz profética, que traduzida do hebraico seria: “O que foi que Ele disse a você HUMANO? O que é bom? O que o SENHOR exige de ti? Que faças a justiça, que ames a misericórdia, e que sejas humilde com o teu Deus” (6:8). Deus pede uma atitude ENCARNADA, isto é, nos desafia a descobrir que seguir os caminhos divinos nada mais é que resgatar nossa humanidade, a nós dada pelo próprio Deus!  Miquéias, queria que da porta da mãe Jerusalém emergisse uma nova humanidade, mas justa, mais terna, mais humilde em todas suas relações.
                Como Bispo da Igreja de Cristo, nesta parte que é a Comunhão Anglicana, e desde nossa Diocese Meridional sediada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, expresso minha profunda alegria, e alegria de toda a Igreja Diocesana, em poder estar unida em oração e em reflexão com outras igrejas irmãs e suas lideranças, e com todas as pessoas de boa vontade, cristãs ou não, que acreditam na unidade solidária e humana capaz de superar os males que nosso egoísmo construiu durante nossa história. 
                 Que o Senhor Jesus Cristo, através do seu Santo Espírito, cujo dia celebramos no encerramento desta semana, nos guie, governe, santifique e fortaleça de tal forma que possamos ser sinal da Sua justiça e amor para com todas as pessoas humanas, superando discriminações, preconceitos e desigualdade de oportunidades e dignidade que gera tanta exclusão neste mundo amado por Deus. Nossa esperança também é alimentada pela oração que nos conduz a uma consciência mais plena e profunda da nossa responsabilidade sobre a integridade da criação, buscando a preservação da beleza da vida em todas suas formas e da felicidade para todas as criaturas. 
               Que amor de Deus nos uma; a alegria de Deus nos inspire; a paz de Deus nos envolva; a coragem de Deus nos sustente; a Benção de Deus, Pai/Mãe; Filho/Amigo/Senhor; Espírito Santo/Ventania Divina/Defensor; repouse sobre todos e todas nós para sempre. Amém.


Dom Humberto Maiztegui Gonçalves
Bispo Diocesano da Diocese Meridional da
Igreja Episcopal Anglicana do Brasil
12 de maio de 2013 AD